Uma vez li que esculpir um leão é fácil: basta pegar um bloco de mármore e retirar todas as partes que não parecem com um leão.
Desenvolver software é a mesma coisa. Você começa com a concepção de um software que faz tudo, daí tira as funcionalidades que não parecem com algo viável, e finalmente todos os bugs que não parecem com algo usável.
Desenvolver software é basicamente consertar bugs até não poder mais, e então lançar o produto mesmo assim.
E você nunca conserta todos os bugs, porque mesmo que não haja mais nenhum, não há como saber: provar que um software não tem bugs é impossível.
Há bugs que parecem acontecer quando só você está olhando, e assim que você tenta mostrá-lo a outra pessoa, ele some. Outro dia deparei-me com um desses, e fiquei me sentindo como o cara do desenho abaixo. Lembra?
Comentários (3)
Se eu lembro?! Você só pode estar brincando! Se você me perguntasse qual a música que o sapo canta, eu poderia responder antes mesmo de rever o vídeo :)
Valeu pelo vídeo, fez o meu dia.
Quanto a escrever software sem bugs, há uma receita infalível:
1. Torne-se um desenvolvedor sem bugs.
2. Escreva o software.
Por Luciano Passuello | julho 3, 2007 6:30 AM
em julho 3, 2007 06:30
Até hoje eu não sei se esse é parente do primeiro... será que é? hehehehe!!
Como eu adorava esse desenho!! Aliás eu adoro desenhos!!
Não gosto é de bugs!!
Beijos!!
Por J@de | julho 3, 2007 12:36 PM
em julho 3, 2007 12:36
LP, há quanto tempo? A que devo a honra? Olha, deve ter algum teorema (de Gödell ou alguém assim) provando que mesmo desenvolvedores hipotéticos sem bugs conseguem produzir softwares com bugs. Talvez o Universo seja um bug.
J@de, parente do primeiro? Fiquei sem entender...
Por Thales | julho 3, 2007 2:09 PM
em julho 3, 2007 14:09