Outro dia ouvi a expressão “babymoon” (lua-de-bebê), que seria uma “honeymoon” (lua-de-mel) para casais que estão prestes a ter um bebê. Basicamente, é uma viagem de férias que marido e esposa grávida fazem para aproveitar os últimos momentos a sós, antes da chegada do bebê.
“Babymoon”, que nome infeliz! Quem será que inventou? Que tentativa tragicômica de tentar equiparar a uma lua-de-mel romântica uma viagem com a patroa embuchada.
Tudo bem, a chegada de um bebê é emocionante, e um filho é a coisa mais linda e blá-blá-blá, mas não vem com essa de “ah, é quase igual a uma lua-de-mel, então vamos dar um nome parecido”. Não, não é quase igual. É bem diferente. É exatamente o oposto. É a mudança completa nas regras do jogo. É o fim da era do “nós, às vezes eu”, e o começo da era do “o bebê, sempre o bebê”.
“Babymoon” deveria ser nome de marca de cigarro. Sabe aquele último cigarrinho que o condenado traga, de olhos vendados, antes do fuzilamento?
Comentários (2)
É menino ou menina?
Por Ivan | dezembro 11, 2007 3:07 AM
em dezembro 11, 2007 03:07
E isso ai Thales ... acho que voce captou exatamente o espirito da coisa ...
Por Nara Neves | dezembro 11, 2007 6:21 AM
em dezembro 11, 2007 06:21