Outro dia precisei pegar uma van até o aeroporto. O motorista ligou para dizer que estava perdido, pois há muitas ruas com nomes parecidos. Perguntei onde ele estava e, com ajuda de um mapa, guiei-o por telefone até meu endereço.
Depois ele desculpou-se pela confusão, demonstrou como o GPS não indicava o endereço certo, agradeceu pela ajuda, elogiou meu talento em navegação... e repetiu tudo isso umas cinco vezes ao longo da próxima meia hora.
Até que gosto do estilo mais paz e amor desses comedores de granola, calçadores de birkenstock, hippies pós-modernos que são o povo aqui de Seattle. Mas tem vezes que eles exageram um pouquinho na dose do “I’m OK, You’re OK”.