Se você ainda esta para assistir ao último episódio de Battlestar Galactica, pare de ler agora.
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Eu avisei.
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Aha! O final de Galactica foi, em parte, como previ desde que a Athena engravidou do Helo lá no começo da série: aqueles eventos eram o passado distante da Terra, e os humanos atuais seriam descendentes híbridos de cylons com aqueles humanos.
Ou vai dizer que você não viu esse final chegando a anos-luz de distância? Eles até que enganaram com aquela Terra fajuta e aquela surpresa tipo “Planeta dos Macacos”, mas, no final, foi como tinha que ser, pois quando o inesperado é a norma, tal solução de roteiro é quase inescapável.
No mais, o final foi bem épico e dramático, na tradição da série. Galactica inovou por ser uma série de ficção-científica com produção apurada, mas voltada essencialmente aos personagens e seus conflitos. Só fiquei um pouco decepcionado pela maneira como os elementos místicos foram usados para amarrar as pontas soltas da história. Minha “suspensão voluntária de descrença” teve problemas para entrar em ação. Ficou um gostinho residual de “Deus Ex Machina”. O balanço geral é positivo porém. Leva nota 8.