Aconteceu que, final de semana passado, aproveitamos o feriado de Memorial Day e fomos de novo para o México. Desta vez fomos para Playa Del Carmen. Foi ótimo! Tudo aconteceu por uma confluência de fatores positivos.
Positivos para nós, isso sim.
Com o pânico da gripe suína, muita gente cancelou os planos de férias para o México. Resultado: menos demanda, mais oferta, preços mais baixos. Ficamos hospedados no hotel Royal Playa del Carmen, all inclusive, por uns trocadinhos módicos perto do que seria o preço normal, uhu! O baixo movimento também ajudou a conseguir passagens aéreas na faixa com a Alaska Airlines, a empresa em que a Adri trabalha.
Tudo graças à gripe suína.
Em agradecimento, tentarei ficar o resto do ano sem comer carne de porco.
Sim, eu sei que a gripe não tem a ver com consumo de carne de porco, mas acho que eles, os porcos, não ligam para o motivo.
Em 2008 os EUA abateram cerca de 115 milhões de porcos, o equivalente a um animal para cada 2,5 habitantes. Uma chacina! No entanto, nós humanos urbanos modernos não vemos essa bicharada. Onde eles estão? A maioria das pessoas não precisa matar a carne que come, ou sequer encarar o bicho vivo, frente a frente, testemunhar o sacrifício. Estou longe de virar vegetariano, mas tem vezes que lamento que tenhamos perdido a reverência pelos bichos que comemos.