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Aventuras Archives

julho 14, 2008

Trilha da Cascavel

No sábado a gente foi fazer uma caminhada na Rattlesnake Trail (Trilha da Cascavel), que leva até o topo de um pequeno morrinho de onde se tem uma vista fantástica. Foi bem bacana. Fotos aqui.

Ah sim, tinha cobra (mas não era cascavel).

setembro 25, 2008

Voltei

Semana passada tirei férias, saí para um cruzeiro.

Caribe?

Caribe não.

Alasca.

Mas foi legal, acima de minhas expectativas... umas coisas. Outras, nem tanto. Na média, foi acima da média, entende?

Uma coisa que espantou foi a quantidade de comida. A atividade predominante do cruzeiro é comer. Tem um restaurante que serve almoço, chá da tarde e jantar. O jantar tem cinco pratos: aperitivo, sopa, salada, prato principal e sobremesa, tudo já incluso no pacote. A única coisa não inclusa são as bebidas. Além disso, tem também um bufê aberto 24 horas por dia, no lido deck, tudo também incluso no pacote. Não, não fui lá às 3 da manhã para confirmar se estava aberto, mas aposto que teve gente que foi.

Acho que o cérebro de algumas pessoas não consegue processar tal proposta, a de ter comida à vontade e já paga, daí incorrem na falácia dos custos empatados.

— Já paguei por tudo, coma ou não, então eu tenho que comer.

Escrevo mais sobre a falácia outra hora.

A primeira vez que passei no lido deck lembrei imediatamente do WALL-E, por que será?

No começo consegui maneirar bem, mas nos últimos dias já estava um pouco mais relapso, principalmente porque os dois últimos dias foram quase que inteiramente só no navio. Um tédio.

Agora sei porque eles têm aqueles guindastes no cais: para desembarcar... digo, “descarregar” os passageiros.

A comida era muito boa. Fiquei feliz que o cruzeiro acabou, para escapar daquelas tentações. Fiquei triste de ter que voltar a almoçar no restaurante do trabalho, porém.

novembro 18, 2008

Sabores de Seattle

Domingo fizemos uma tour gastronômica pelo Pike Place Market de Seattle. É um passeio com guia por vários pontos interessantes do mercado, com amostras da comida de cada lugar, e um pouco da história do mercado (mas não muito).

Eu já fui algumas vezes ao mercado, mas confesso que só conhecia o circuito principal. A tour foi uma boa maneira de conhecer algumas das badalações mais escondidas do lugar. Lembrei dos botecos do centro de Curitiba, aqueles que você não daria muito crédito pela aparência, mas que têm alguma especialidade culinária nas quais são ótimos, e uma fauna diversa por clientela. Fiquei com saudades de morar em cidade grande.

A tour é bem legal, mesmo para quem acha que já conhece bem o Pike. Recomendo.

Site da tour aqui.

Nós fizemos a do Pike, mas há também uma pelo centro que planejamos fazer em breve. Se estiver a fim de ir junto, dê um toque.


Algumas fotos:


Cafeína para começar.


Lojinha de temperos e chás. Eles têm um sal defumado que é show — eu nem sabia que se defumava sal.


Obviamente uma passada no Pike Place Fish não poderia faltar.


abril 29, 2009

De volta das férias

Estou de volta. Cheguei ontem. Minhas férias pelo México foram ótimas. Foi muito bom ficar uma semana longe dos problemas do trabalho, desconectado do resto do mundo, sem internet ou TV. Estou pronto para voltar a trabalhar, assim que passar esse resfriadinho que peguei no último dia lá.

maio 5, 2009

México

O México é igual ao Brasil com uma batata quente na boca. Tem aquela mistura estranha de gente amiga de um lado, e malandra do outro. Aquele contraste de um povo que trabalha muito, mas tem menos. Vimos muita pobreza por onde passamos, e lembrei daquele texto do Tim Harford sobre porque países pobres são pobres.

Tivemos o privilégio de viajar fora do circuito de Cancun, mais para o “interior”, para as bandas aonde os turistas europeus vão. Eles gostam de ir para os lugares mais alternativos, onde possam experimentar a cultura local em forma original. Já os norte-americanos, precisam que alguém vá na frente e instale um McDonald’s e um Starbucks antes. A idéia dos americanos de experimentar a cultura local é ir para o México e almoçar no Chilli’s. Cancun é pontilhada por esses ícones estadunidenses. Nada de errado, porém. Se traz turistas e dólares, bom para eles. O Brasil podia seguir o exemplo e abolir a exigência de visto para turistas norte-americanos.

O espanhol é uma língua divertida. Lendo o jornal, um dia, fiquei fascinado com a manchete “sospechoso en una balacera”, ou “suspeito em um tiroteio”. Não sei quanto a você, mas para mim “sospechoso” soa muito mais suspeito, e “balacera” deve ser um evento muito mais caótico e desesperado que um mero tiroteio.

maio 29, 2009

México 2

Aconteceu que, final de semana passado, aproveitamos o feriado de Memorial Day e fomos de novo para o México. Desta vez fomos para Playa Del Carmen. Foi ótimo! Tudo aconteceu por uma confluência de fatores positivos.

Positivos para nós, isso sim.

Com o pânico da gripe suína, muita gente cancelou os planos de férias para o México. Resultado: menos demanda, mais oferta, preços mais baixos. Ficamos hospedados no hotel Royal Playa del Carmen, all inclusive, por uns trocadinhos módicos perto do que seria o preço normal, uhu! O baixo movimento também ajudou a conseguir passagens aéreas na faixa com a Alaska Airlines, a empresa em que a Adri trabalha.

Tudo graças à gripe suína.

Em agradecimento, tentarei ficar o resto do ano sem comer carne de porco.

Sim, eu sei que a gripe não tem a ver com consumo de carne de porco, mas acho que eles, os porcos, não ligam para o motivo.

Em 2008 os EUA abateram cerca de 115 milhões de porcos, o equivalente a um animal para cada 2,5 habitantes. Uma chacina! No entanto, nós humanos urbanos modernos não vemos essa bicharada. Onde eles estão? A maioria das pessoas não precisa matar a carne que come, ou sequer encarar o bicho vivo, frente a frente, testemunhar o sacrifício. Estou longe de virar vegetariano, mas tem vezes que lamento que tenhamos perdido a reverência pelos bichos que comemos.

julho 15, 2009

Cervejas

Semana passada fui apresentado à Malt & Vine, uma loja de cervejas (muitas) e vinhos (poucos) que tem lá em Redmond.

Lá eles tem cerveja de todas as partes do mundo — o que não quer dizer todas as cervejas de todo o mundo. Por exemplo, vi cerveja argentina, mas não brasileira — se você agrupar a América do Sul toda como "uma parte do mundo", a premissa ainda vale.

Eles têm cerveja de lugares exóticos como a Etiópia. Não que a Etiópia seja o tipo de lugar cuja menção me faça pensar em cerveja, como são Alemanha, Bélgica e República Checa. O fato é que "percepção" de diversidade nem sempre tem correspondência estatística. Há mais cervejas brasileiras que argentinas ou etíopes. No entanto, a presença das últimas "parece" mais diversa, daí o "cerveja de todas as partes do mundo", sacou?

Mas eu divago...

No quesito cerveja, qualidade é mais importante que diversidade, mas se você puder ter ambas, melhor ainda. Lá tem tantas opções de cervejas boas que escolher deprime.

Uma coisa que adorei no conceito da "loja" é que lá tem mesinhas para você beber a cerveja por lá mesmo. Não servem comida, mas você pode trazer de fora. Muito convenientemente, tem uma lanchonete de gyros excelentes bem ao lado (churrasco grego), então já viu. E tem um pátio aos fundos, ao estilo de um Biergarten, ótimo para ficar em dia de sol.

Pode me convidar que eu vou de novo.

julho 20, 2009

Feliz Aniversário

Há 40 anos, neste dia, astronautas humanos pisavam pela primeira vez em outro corpo celeste. Até hoje a viagem à Lua ainda é um dos feitos mais grandiosos e inspiradores da espécie humana, testemunho de nosso espírito inquisitivo e explorador, símbolo de nossa engenhosidade para realizar sonhos impossíveis (quando nos dedicamos a eles).

A sessão “The Big Picture” do Boston Globe celebra os 40 anos da viagem da Apollo 11 com uma exposição de fotos históricas.

julho 22, 2009

Napa

Final de semana fomos para o Napa Valley, uma região da Califórnia famosa pela vinicultura. Desnecessário dizer que o lugar é muito belo e tal. Paisagem linda, com parreirais a perder de vista. As uvas ainda estavam miudinhas. A colheita acontecerá só no outono. Talvez uma boa época para voltar para lá. Mas as uvas não crescerão muito mais não. Coisa que só fiquei sabendo há pouco tempo: uvas de vinho são criadas na base da chicotada. Total “tough love”. Ao contrário das uvas de supermercado, cultivadas para ter tamanho e suculência, uvas de vinho são criadas para ter maior concentração de açúcares e enzimas por volume, por isso são irrigadas o mínimo necessário durante o verão. O resultado são uvas miúdas, mas com a doçura de um coice de cavalo — se o cavalo fosse de açúcar. Vinho bom vem de uva que sofreu um pouco.

Outra coisa que eu não sabia (achava que era coisa dos meados dos anos 80), a tradição vinícola de Napa vem de longa data. Começou lá por 1860, mas daí veio a Lei Seca nos anos 20 e matou a indústria, que só reapareceu no começo dos anos 70, sob o descaso dos vinicultores europeus. A fama internacional dos vinhos californianos começou a desabrochar em 1976, quando alguns vinhos americanos venceram uma competição em Paris. A história desta competição é contada no [bom] filme Bottle Shock, com Alan Rickman e Bill Pullman.

agosto 4, 2009

Napa 2

Ainda sobre a visita ao Napa Valley, enquanto a Adri publica as fotos bonitas lá no blog dela, opto pelas sobras.

***

Legal chegar no hotel e a primeira coisa que você vê é uma placa avisando que o prédio contém materiais cancerígenos. Ainda bem que este hotel foi só na primeira noite.

Por outro lado, o que é que não causa câncer?

Fico pensando o que eles querem dizer por "reproductive harm". Tipo assim, o chão cede se balançar muito a cama?

***

Fulano queria ser arquiteto ou designer. Acabou indo trabalhar na fábrica de papel-higiênico do pai, no departamento de marketing. Envision? Envision WHAT exactly?

***

Cara chato é assim:
— Temos todos os tipos de queijo do mundo.
— Tem um queijinho di Minas?
— De onde?
— Xi, fraco.

***

A vinícola já é bem escondida, e os caras ainda colocam fração na placa. Tudo bem que é fração de dez, mas eu já estou embriagado das cinco degustações anteriores, dirigindo em alta velocidade, e ainda tenho que fazer conta de cabeça no sistema britânico de unidades???

***

***

Interessante o balcão de sal.

Talvez você não tenha entendido, o balcão é feito de sal.

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Isso sim que é sal grosso! Perto dele, o resto é sal de fruta.

Esse sal é tão grosso que para assar picanha com ele você usa estilingue.

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Mais vinho? Sim, por favor.

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Deixa eu escolher uma rádio legal aqui para ver se consigo ficar acordado, hic...

***

Tortinha de chocolate na "Bouchon Bakery" ("Confeitaria Rolha"). Só há três dessas confeitarias no mundo: New York, Las Vegas e Yountville (Napa).

Grande coisa, o pastel do Álvaro, em Curitiba, só existe em um lugar no mundo, na esquina da Westphalen com a Silva Jardim.

***

O balão vai subindo...
Cabe aqui na minha mão...

***

Vista da montanha na volta para casa.

***

Ê maravilha! Mal voltei de férias, sequer saí do aeroporto, e já topo com bug.


novembro 8, 2009

For relaxing times...






...make it Suntory time.

novembro 9, 2009

Japão





Estou no Japão.
Por que?
Por que não?

novembro 14, 2009

Shibuyia

O Japão tem 128 milhões de habitantes. Onde estão 126 milhões deles num sábado à noite, não sei, mas os outros 2 milhões estão na região da estação [de trem] de Shibuyia, um dos lugares mais movimentados do mundo. Dizer que o lugar é "um dos mais movimentados do mundo" é um understatement. Nunca vi tanta gente junta ao mesmo tempo. Aliás, nunca vi tanta gente em minha vida inteira do que numa única noite em Shibuyia, o que implica que já vi mais japoneses na vida do que qualquer outra etnia, ou todas as demais etnias combinadas.

novembro 19, 2009

Japão - Tecnologia

Lá em Tóquio, nerd que sou, fui ao Miraikan, o museu de Ciência Emergente e Inovação.

A coisa mais legal que vi lá foi, sem dúvida, a demonstração do ASIMO, o robô da Honda.

asimo.jpg

O engenheiro em mim, que aprecia a complexidade técnica do problema, ficou fascinado. A criança em mim, porém, ficou um tanto desapontada. O ASIMO é uma ótima demonstração do que a tecnologia atual é capaz, mas é pouco perto das promessas futurísticas que nos foram feitas quando éramos criança. Onde é que estão aqueles robôs? Falta muito ainda para eles.

Teve uma hora na demonstração que o ASIMO chutou uma bola. Tem idéia de quão complicado é construir um robô bípede capaz de chutar uma bola sem perder o equilíbrio? É complicadíssimo. E no entanto, nos poucos segundos antes do chute, eu quis acreditar, ardentemente, que ele sairia fazendo embaixadas. Já imaginou?

dezembro 6, 2009

Japão - Tecnologia 2

Ainda sobre o Japão, o que você acha que é o dispositivo da foto?

(a) Controle remoto universal
(b) Painel de comando do ASIMO
(c) Rádio FM no banheiro
(d) Controle de temperatura ambiente
(e) Painel de controle de um vaso sanitário



Se você respondeu (a), (b), (c) ou (d), você está destinado a uma grande surpresa quando estiver no Japão. A resposta certa é (d), é o painel de controle de um vaso sanitário.

Isso mesmo, esqueça as câmeras fotográficas, as calculadoras, os robôs. O forte da tecnologia japonesa está mesmo nas privadas.

Estima-se que 70% das privadas instaladas no Japão têm algum recurso tecnológico adicional em relação às tradicionais privadas ocidentais. E elas vão das mais simples às mais sofisticadas.

Os japoneses são fissurados em uma privada bem equipada: com tampa automática que levante e abaixe sozinha; acento estofado e aquecido; desodorizador; jatinho d’água com controle de ângulo, pressão e temperatura; bidê embutido; e ventinho fresco para secar a poupança.

Só falta um talquinho, puff!

Quer dizer, talvez não falte, não sei, pois havia um painel secreto com botões extras e instruções em japonês apenas, e não arrisquei apertar aqueles botões para ver o que acontecia...



Ou apertei, mas não quero contar o que aconteceu. O que acontece na privada é privado.

fevereiro 16, 2010

Hic Sunt Dracones

No Japão vimos muitas excursões escolares nos lugares turísticos por onde passamos. Muitas. Ao que parece, é atividade comum por lá.

Aqui nos EUA não se vê tanto disso. Talvez porque aqui os pais tenham medo que as crianças saíam da estufa sem eles. Ou talvez porque, apenas, as crianças daqui andem mais à paisana, daí não notemos tanto os grupos.

Os estudantes japoneses andam todos uniformizados.

“Os bonés amarelos estão chegando, os bonés amarelos estão chegando”, era um dos alertas que usávamos entre nós para avisar a chegada de mais uma excursão. Hora de apurar aquela foto da paisagem sem gente na frente, ou acelerar o passo para entrar numa fila antes da multidão.

E lá vinha o cardume de pacmen.

Quando estudei em escola que exigia uniforme, a razão que davam — não que eu ligasse, mas aparentemente alguém ligava, daí explicaram — é que a uniformização diminuía a distinção de classe social, que de outro modo ficaria evidente se cada um usasse a roupa que quisesse. Ou seja, era para evitar preconceito contra os menos abastados. Tipo assim, “esconde a diferença para ver se desaparece”, sabe? Como se não soubéssemos quem era rico ou pobre, afinal. Ou como se não houvesse preconceito lá fora, na vida, que é para o que a escola supostamente preparava.

Mas tudo bem, pode até ser que uniformes tenham tal benéfico. No mínimo eles diminuem a pressão sobre as crianças para estar em dia com as vicissitudes da moda. Agradecem pela folga aqueles pais suscetíveis a satisfazer o apetite consumista de seus capetinhas.

E tem a segurança também, sempre a segurança. Muito importante, aliás.

Outro aspecto importante, certamente no Brasil, é o econômico. Queira ou não os uniformes permitem à escola estabelecer um monopólio para beneficiar seus amigos... er... “associados”.

Outra coisa que não posso evitar pensar é se os uniformes não servem, também, para suprimir a individualidade em favor do grupo. Um “vestir a camisa” compulsório, entende?

O Japão tem essa coisa bem saliente na cultura, a prevalência do grupo sobre o indivíduo. Aquela coisa da hierarquia rígida, regras sociais elaboradas, mentalidade de colméia. Aquela coisa de você não poder estar fisicamente acima de seus superiores, daí eles se curvarem tanto — que há vezes parece que o quadril desparafusou. No Japão nota-se uma pressão grande por ser conforme. Já nos EUA é o contrário, aqui há uma pressão pela individualidade, uma certa obrigação por ser único. Aqui todos são igualmente especiais, o que, pela definição de “especial”, é um contra-senso, mas tudo bem.

fevereiro 22, 2010

Monte Rainier

DomingoSábado aproveitamos o tempo ótimo para ir ao Monte Rainier fazer uma caminhada com raquetes de tênis nos pés. Estou falando obviamente daqueles calçados que se usa para andar na neve sem afundar. E não, aqueles que usamos não parecem com raquetes de tênis, são de um modelo mais moderno.

O passeio foi bem legal, eu recomendo (para quem gosta de caminhadas na natureza, que fique claro).

Andar na neve com calçados de neve é tão fácil quanto andar para frente, literalmente.

Aproveitei a oportunidade para usar meu mais novo brinquedo, o MotionX GPS, uma aplicação para telefones celulares com GPS que grava o traçado de caminhadas. Abaixo vai o mapa da caminhada que fizemos.

Juro que tentei, tentei mesmo, mostrar o mapa pelo Bing.com, para não adicionar mais insulto à ferida pelo fato de mencionar uma aplicação do iPhone. Gastei bem uma meia-hora procurando uma opção para importar o mapa no Bing. Pesquisei na Internet e tudo mais. Achei como desenhar trilhas manualmente, ponto a ponto. Se a opção existe, está muito bem escondida. Daí tentei no Google.com e achei a opção de cara. Tipo assim, se eu estivesse tentando evitá-la, daí talvez não a encontrasse. Ah sim, mas o acabamento gráfico do Bing é muito melhor...

Adendo: Falha épica minha, o Bing tem sim opção para importar rotas para apresentar sobre mapas, e ela é bem visível até, apenas que ela simplesmente não aparece em um certo navegador concorrente. Ou seja, eu que não procurei o suficiente. Que feio de minha parte, reclamando que o Bing não colaborou em minha tentativa de promovê-lo, e esse tempo todo era eu que estava usando o navegador errado. Mea culpa.

maio 11, 2010

Sincronicidade

Há algumas semanas recebi fotos de um passeio que minha família fez a Argentina.

É sempre bacana receber fotos da família, matar um pouco as saudades.

Uma foto que me chamou a atenção, porém, foi esta aqui, de um cartaz de cassino.

Não, o que me chamou a atenção não foi a moça, seus bobos, mas o saloon ao fundo.

Acontece que mais ou menos na mesma época que minha família visitava a Argentina lá no sul, eu e a Adri passeávamos pelo Arizona aqui no norte.

No último dia de nossa viagem, dirigindo para Phoenix para pegar nosso vôo de volta a Seattle, aproveitamos o tempo que tínhamos de sobra e passamos por uma “cidadezinha fantasma”, uma das muitas do estado. O lugar parece um daqueles pontos turísticos de quinto escalão saídos de um filme de estrada do Wim Wenders, saca?

Pois bem, enquanto lá, tirei esta foto aqui.

Sim, é exatamente o mesmo saloon. E não, eu não acredito em sincronicidade. Tem vezes que uma coincidência é apenas uma coincidência. O mais incrível seria se coincidências jamais acontecessem.

...

E no terceiro filme da série eu volto no tempo para 1885 e contribuo na construção do saloon...

maio 22, 2010

Balão

Em Abril tiramos uns dias de férias e fomos para Sedona, no Arizona. Um dos programas que fizemos lá foi passear de balão de ar quente. Deixa dizer já, é FAN-TÁS-TI-CO!

Fica aqui a dica: se você algum dia você for a Sedona, você tem que fazer um passeio de balão com a Red Rock Balloon Adventures.

Foi meu primeiro passeio de balão. Uma coisa interessante é que não há turbulência durante o vôo, pois o balão move-se com o ar, e não contra o ar.

Confesso que não sou de relaxar durante momentos de turbulência em vôos de avião. Tem sempre um cantinho do cérebro que fica ali no “xi, é agora”. Já um passeio de balão não poderia ser mais tranqüilo. É interessante, mas “intuitivamente” me sinto muito mais seguro num balão de ar quente do que num avião a jato, o que racionalmente não faz o menor sentido. Aviões são bem mais seguros.

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