Main

Fotografia Archives

junho 30, 2007

Vivendo na Fronteira

Sábado saí para treinar fotografar com lente zoom, aqui pela vizinhança de casa, e topei com um elemento da fauna local.

Agora sei um centésimo daquilo pelo que passa um fotógrafo da National Geographic: fiquei quarenta e cinco minutos à espreita do bicho para tirar essa foto.

abril 16, 2008

Saudades da Última Primavera

Este ano a primavera demorou a chegar.

Mas chegou.

... e passou.

Caiu num sábado. Neste último.

Fez um sol lindo. Maior calorão.

Muito calor. Não agüentamos. Pegamos o carro e fomos para o Mt. Rainier... ver neve, esfriar um pouquinho.

As fotos ficaram legais.

abril 17, 2008

Fotos

Revendo as fotos do Rainier, encontrei estas duas aí.

Você tem idéia de quanto tempo esperei para aquela neve toda derreter?

Fotografia requer muita paciência e disposição.

abril 21, 2008

Fotos 2

O Ivan perguntou se a semelhança destas fotos (publicadas antes aqui) foi planejada ou acidental.

Achei a pergunta interessante o bastante para merecer um post.

A semelhança é acidental. Foi pura coincidência.

A coincidência é mais interessante ainda pelos seguintes fatos:

Primeiro, as fotos foram tiradas com câmeras diferentes, por pessoas diferentes. A foto da neve foi tirada por mim há algumas semanas. A foto sem neve foi tirada pela Adri sete meses antes, num passeio no qual não participei.

Segundo, o enquadramento original da foto da neve não é este aí — aha!

No entanto, eu nem sequer lembrava da foto da Adri quando fiz o enquadramento da minha foto — aha-ha!

Só depois da foto pronta e publicada no Flickr foi que lembrei que tínhamos outras fotos da região, de outras épocas do ano. Fui procurar fotos tiradas nos mesmos lugares, para ver o contraste na paisagem, e encontrei estas duas aí.

Coincidência incrível, não?

Alguns dirão que eu subconscientemente lembrei da foto da Adri quando fiz o enquadramento da minha. Eu prefiro a explicação mais mundana de que este aí é, fotograficamente, um enquadramento “natural” para esta paisagem (1, 2).

Depois, de todas as fotos que tiramos, só publiquei as que coincidiram.

O incrível seria se coincidências não acontecessem.

A propósito, para quem tiver curiosidade, aqui tem um mapa da região, incluindo o ponto — aproximado — de onde as fotos foram tiradas.

maio 11, 2008

FDDM


maio 15, 2008

Upgrade!

O fascinante momento do “click”.

Antes
antes.jpg

Depois
depois.jpg

junho 16, 2008

Além do horizonte deve ter...

Gosto de fotografar a natureza. Poder fugir da rotina neurótica do escritório para explorar as belezas naturais do planeta.

É por isso que eu jamais poderia ser um paparazzo, por exemplo. Aquela coisa de ficar se acotovelando com outros fotógrafos por horas, marcando terreno, esperando o momento certo para tirar algumas fotos. Isso não é para mim.

Por isso prefiro mesmo os temas bucólicos, longe do burburinho urbano, na tranqüilidade do meio-ambiente.

Antelope Canyon, Page, AZ

DSC03768.jpg

DSC03737.jpg

julho 2, 2008

Sobre aquela foto

Respondendo a algumas perguntas feitas off-line sobre a foto abaixo, de um post anterior:


Antelope Canyon, Page, AZ


A foto foi tirada no Antelope Canyon, que fica no Arizona, em território Navajo, bem aqui, olha!


Aquele facho de luz não é Photoshop não, ele estava lá na cena, de verdade — mas não se impressione tão cedo. Quando encontramos com o guia, vimos que ele carregava uma pá na mochila. Ficamos intrigados. Qual seria a razão daquela pá? Será para emergências? Será para cavar o quê? Logo descobrimos: ele usa a pá para atirar areia no ar e formar uma nuvem de partículas que ressalta os fachos de luz. Bacana o truque, não? Difícil foi limpar aquela poeira do equipamento depois, mas tudo bem.


Para entrar no cânion, só com permissão ou com guia. Optamos por ir com uma excursão fotográfica, porque o grupo é menor e os guias sabem os melhores horários e pontos onde a luz aparece. O que não nos avisaram, porém, é que todo mundo vai no mesmo horário, exatamente porque é o horário com melhor luz.


É muita gente, gente!


Nosso grupo e outro menor eram os únicos caçando os fachos de luz. Os demais, os grupos maiores, faziam um roteiro fixo de ir até o final do cânion e voltar. O problema é que havia vários destes rebanhos de turista, e eles ficavam passando toda hora, e formava engarrafamento de gente, e daí eles também queriam fotografar nossos efeitos de luz, e ficava aquela gritaria e xingação para o pessoal sair do enquadramento da foto. Foi brutal! Fazia pregão da bolsa parecer velório de mímico. E como os fachos aparecem em diferentes pontos com apenas minutos de intervalo, ficávamos naquela correria pelo cânion, para lá e para cá, atrás deles. Se eu não soubesse que o cânion é um fenômeno natural, diria que foi projetado por um arquiteto sádico que odeia fotógrafos — é um lugar lindo de ver e fotografar, mas que estresse!


Agora estou com trocentas fotos do cânion, mas sem a mínima disposição de escolher e pós-processar as melhores.

julho 17, 2008

Antelope Canyon

Sobre aquelas fotos do passeio no Antelope Canyon, finalmente tive tempo e paciência (principalmente paciência) para escolher as mais interessante para fazer um álbum. De 300, consegui selecionar 36. Até que ficaram bacaninhas (pura sorte). O álbum tá lá no Flickr. Agora tenho que escolher uma para ampliar e colocar num quadro. Abaixo algumas das minhas preferidas.












agosto 21, 2008

Bolhas

Deixei de lado, por hora, as esculturas biodegradáveis para fotografar bolhas.

O resultado ficou bem legal, embora muito, muito brega.

Ficou tão brega que estou pensando em licenciar as fotos para pintar em pára‑lama de caminhão, ou em quadro de veludo preto, para vender na feira de artesanato, que tal?



Você sabia que um par de bolhas conectadas assume a forma geométrica mais eficiente para encapsular aqueles dois volumes de ar? Pois é, parece óbvio, mas este teorema só foi formalmente demonstrado em 2000.



E você sabia que aquelas franjas coloridas são resultado da interferência entre a luz que reflete na superfície externa e a que reflete na superfície interna da bolha? A cor resultante depende da espessura da bolha, e é por isso que as cores mudam à medida que a bolha afina por evaporação.



Bem, era isso... pop!


Adendo: a fórmula do líquido por ser encontrada aqui.

agosto 31, 2008

Fim do Verão

Não poderia faltar a clássica entrada sobre a saída do verão...

É, mal chegou já está acabando...

Phalaenopsis

setembro 4, 2008

Quadros

Aquelas fotos da excursão pelo Antelope Canyon ficaram tão legais que criei coragem para fazer quadros delas, para pendurar na parede.

As ampliações mandei fazer no Costco, que oferece um preço muito bom para uma qualidade aceitável ($). Só que na hora não me preocupei em escolher o tipo de papel, e daí veio um tipo que eu não queria, então tive que mandar fazer de novo ($).

As molduras, lindas, encontramos no Aaron Brothers ($$$$$). Lá também achamos os mats de enquadramento ($$$).

Na hora de montar a primeira moldura, deixei cair no chão. O vidro quebrou. Felizmente a Adri conseguiu trocar o vidro de graça no dia seguinte. A Adri tem um talento para conseguir trocar quase qualquer coisa nas lojas, até vidro quebrado por vidro novo, e ela nem inventou história fantástica não, ela simplesmente disse o que aconteceu.

Depois de montados, notamos que os quadros refletiam demais a luz da janela, então fomos trocar o vidro por outro, anti-reflexivo. Escolhemos o tipo mais simples ($$$), mas ele não funcionou muito bem. Aliás, ficou meio estranho, então lá fomos nós de novo trocar pelo tipo melhor.

A Adri conseguiu devolver os outros vidros, e só tivemos que pagar pela diferença ($). Assim que a atendente foi para o fundo da loja cortar os vidros novos, a Adri vira para mim e pergunta:

— Será que não colocamos o vidro do lado errado?
— Ai!

Dito e feito, tínhamos colocado o vidro ao contrário, mas na hora eu nem pensei em inverter porque rolou uma certa supressão mútua de nossas incertezas.

Antes:

— Adri, que lado você acha que é o certo?
— Hum, acho que é esse aqui.
— Beleza, acho que é esse mesmo.

Depois:

— Adri, eu nem pensei em inverter porque achei que você sabia o lado certo.
— Eu não sabia, mas você concordou tão rápido que achei que você sabia.

Caso clássico de pensamento de grupo, quando o produto das incertezas individuais diminui tanto que vira certeza em grupo, e daí você deixa de avaliar certas alternativas.

Mas fazer o quê? Já era tarde demais para voltar atrás e reverter o pedido, até mesmo para a Adri. Acabamos ficando com o vidro mais sofisticado, o vidro de museu ($$$$).

Agora tenho fotos de $ em molduras de $$$$$$$$$$$$.

Agora entendo porque fotos emolduradas custam tão caro.

setembro 21, 2008

Flagrante

Descobri porque Darth Vader tem aquela respiração de encanamento velho.

Enfisema pulmonar.

Fumo faz mal à saúde.

fevereiro 15, 2009

Open


abril 7, 2009

Xtreme Xbox

O último lançamento para o Xbox, Dance Dance Guitar Hero Revolution - The Ultimate Platinum Karaoke Edition, é du caramba!

julho 1, 2009

Contrário de Pleonasmo


“Não entre / Não é uma saída

Se não posso entrar pela não-saída, será que posso sair pela não-entrada? E se eu sair como se estivesse entrando, pode? E se eu for de ladinho que nem a Ivete, pode?

julho 20, 2009

Feliz Aniversário

Há 40 anos, neste dia, astronautas humanos pisavam pela primeira vez em outro corpo celeste. Até hoje a viagem à Lua ainda é um dos feitos mais grandiosos e inspiradores da espécie humana, testemunho de nosso espírito inquisitivo e explorador, símbolo de nossa engenhosidade para realizar sonhos impossíveis (quando nos dedicamos a eles).

A sessão “The Big Picture” do Boston Globe celebra os 40 anos da viagem da Apollo 11 com uma exposição de fotos históricas.

julho 25, 2009

das utilidades de telefones celulares

Finalmente descarreguei as fotos do meu celular, pela primeira vez. Interessante coleção de momentos acumulados, muitos dos quais já havia esquecido.

Como você pode ver, uma das utilidades que encontro na câmera do celular é anotar onde estacionei.

Incidentemente, nunca precisei recorrer à foto para achar o carro. O ato de fotografar já é suficiente para me fazer memorizar o local. Aposto que o dia em que eu não fotografar — porque nunca uso a foto mesmo —, daí esquecerei para valer.

Outra coisa que você pode notar é que eu nunca apago as fotos que tiro. Nunca. Guardo todas. Vai saber...

agosto 4, 2009

Napa 2

Ainda sobre a visita ao Napa Valley, enquanto a Adri publica as fotos bonitas lá no blog dela, opto pelas sobras.

***

Legal chegar no hotel e a primeira coisa que você vê é uma placa avisando que o prédio contém materiais cancerígenos. Ainda bem que este hotel foi só na primeira noite.

Por outro lado, o que é que não causa câncer?

Fico pensando o que eles querem dizer por "reproductive harm". Tipo assim, o chão cede se balançar muito a cama?

***

Fulano queria ser arquiteto ou designer. Acabou indo trabalhar na fábrica de papel-higiênico do pai, no departamento de marketing. Envision? Envision WHAT exactly?

***

Cara chato é assim:
— Temos todos os tipos de queijo do mundo.
— Tem um queijinho di Minas?
— De onde?
— Xi, fraco.

***

A vinícola já é bem escondida, e os caras ainda colocam fração na placa. Tudo bem que é fração de dez, mas eu já estou embriagado das cinco degustações anteriores, dirigindo em alta velocidade, e ainda tenho que fazer conta de cabeça no sistema britânico de unidades???

***

***

Interessante o balcão de sal.

Talvez você não tenha entendido, o balcão é feito de sal.

***

Isso sim que é sal grosso! Perto dele, o resto é sal de fruta.

Esse sal é tão grosso que para assar picanha com ele você usa estilingue.

***

Mais vinho? Sim, por favor.

***

Deixa eu escolher uma rádio legal aqui para ver se consigo ficar acordado, hic...

***

Tortinha de chocolate na "Bouchon Bakery" ("Confeitaria Rolha"). Só há três dessas confeitarias no mundo: New York, Las Vegas e Yountville (Napa).

Grande coisa, o pastel do Álvaro, em Curitiba, só existe em um lugar no mundo, na esquina da Westphalen com a Silva Jardim.

***

O balão vai subindo...
Cabe aqui na minha mão...

***

Vista da montanha na volta para casa.

***

Ê maravilha! Mal voltei de férias, sequer saí do aeroporto, e já topo com bug.


fevereiro 19, 2010

Fórmula para Bolhas

Por incrível que pareça [1], a entrada que mais recebe visitantes externos [2] aqui no blog é aquela das fotos de bolhas.

A maior parte, pelos menos aqueles que deixam comentários, são pessoas interessadas em fórmulas de líquidos para produzir bolhas duráveis.

Então aqui vai:

Fórmula para fazer bolhas:

Para cada litro de água, adicione 2 a 3 colheres de sopa de detergente à base de gel. É isso. Daí, para bolhas um pouco mais duráveis, adicione 1 colher de sopa de glicerina líquida, que pode ser encontrada na maioria das farmácias. Experimente variar a proporção dos ingredientes até chegar a um resultado que seja de seu agrado.

Seguem uma foto de bolhas.

E mais uma.

DPP_0994b.jpg

----------
(1) bem, não é tão incrível assim
(2) tipo, fora os 2 ou 3 que passam com certa freqüência por aqui

fevereiro 27, 2010

Fotos do Japão

Ontem chegaram as cópias do nosso livro de fotos do Japão.

A edição é tão rara que só existem duas cópias.

Tudo bem que fomos nós mesmos que encomendamos apenas duas cópias. Afinal, não é como se a demanda pelo volume fosse tão grande assim.

Hoje em dia qualquer um pode ser seu próprio editor e “publicar” um álbum de fotos com acabamento de livro de fotografia, usando algum dos vários serviços de impressão que há por aí.

O serviço que eu recomendo é o MyPublisher.

O software de edição do MyPublisher é, daqueles que testei, o menos pior. Quer dizer, ele dá conta do recado, mas é um pouco chato de usar, e as opções de layout de página são bem reduzidas. Perto de outros, porém, o pacote é de uma objetividade bem vinda. Outros softwares até oferecem mais controle sobre o layout das páginas, mas são chatíssimos de usar, com interfaces burocráticas, lentas e abusivas. Há um inclusive que instala um cliente de chat (tipo o Messenger) ali na área de notificação da barra de ferramentas, para você poder papear com outros usuários do serviço (e apenas estes). Pode?

A interface do MyPublisher podia ser melhor, mas eles ganham meu respeito por limitarem-se a fazer apenas aquilo que espero que façam.

A qualidade de impressão e o acabamento são muito bons, compatíveis com livros de fotografia profissional. Obviamente você fica restrito à qualidade e resolução das fotos que usar. Ainda assim, fiquei impressionado com a qualidade das ampliações de página inteira.

Dica: limite-se a usar apenas preto ou branco para cor de fundo das páginas. Em minha experiência são as cores que imprimem melhor em áreas contínuas grandes. Outras cores apresentam um levíssimo padrão moiré, nada grave, mas algo que talvez você prefira evitar.

O serviço é um pouco demorado, porém os preços são bem acessíveis. Membros do Costco ganham 20% de desconto em todos os pedidos, basta baixar o programa pelo site do Costco. Vale a pena procurar por cupons promocionais na internet. Para o livro do Japão, por exemplo, optamos por usar um cupom que dava direito a uma segunda cópia grátis.

É o formato ideal para álbuns de casamento, formatura, viagens, bebê, etc.

Última dica: preste atenção ao tamanho de livro que encomendar. Queria o tamanho médio, mas acidentalmente selecionei o tamanho grande. Só ficamos sabendo quando os livros chegaram. Detalhe: o tamanho grande é gigante! Agora precisamos de uma mesa de centro nova para colocar o livro em cima.

maio 5, 2010

Fotografia Auto-Sustentável

É interessante como alguns fotógrafos amadores e entusiastas querem ganhar dinheiro com fotografia para justificar os custos do passatempo.

Não que eles queiram trocar de profissão, pelo contrário, muitos gostam do que fazem e são bem sucedidos nas respectivas profissões, apenas que tentam fazer dinheiro como fotógrafos para reinvestir na área. “Tem que ser um passatempo auto-sustentável”, dizem eles.

Faz sentido.

Tipo assim...

... Faz tanto sentido quanto alguém achar que precisa fazer bico de garçom para bancar ocasionais jantares fora.

Ou seja, não faz sentido algum.

Fotografia é uma área muito competitiva. Os profissionais que ganham bem são raros e trabalham muito.

Não que eu acharia ruim ganhar dinheiro com as fotos que já tiro de graça, mas comercializá-las toma tempo, tempo que tem mais a ver com vendas do que com fotografia, e meu passatempo não é vendas. E tempo é dinheiro. Considerado o investimento em tempo, tem gente aí basicamente pagando para ganhar com fotografia.

Claro, se você gosta de trabalhar de garçom, tudo bem, vá em frente e boa sorte, mas não venha dizer que faz isso porque gosta de jantar fora. Uma coisa não tem a ver com a outra. Não há regra dizendo que um passatempo tem que ser auto-sustentável desde que você, como um todo, possa sustentá-lo por outros meios. Em meu caso, por exemplo, a maneira mais eficiente de investir em fotografia é investir em ser um melhor desenvolvedor de software, não um melhor fotógrafo.

maio 11, 2010

Sincronicidade

Há algumas semanas recebi fotos de um passeio que minha família fez a Argentina.

É sempre bacana receber fotos da família, matar um pouco as saudades.

Uma foto que me chamou a atenção, porém, foi esta aqui, de um cartaz de cassino.

Não, o que me chamou a atenção não foi a moça, seus bobos, mas o saloon ao fundo.

Acontece que mais ou menos na mesma época que minha família visitava a Argentina lá no sul, eu e a Adri passeávamos pelo Arizona aqui no norte.

No último dia de nossa viagem, dirigindo para Phoenix para pegar nosso vôo de volta a Seattle, aproveitamos o tempo que tínhamos de sobra e passamos por uma “cidadezinha fantasma”, uma das muitas do estado. O lugar parece um daqueles pontos turísticos de quinto escalão saídos de um filme de estrada do Wim Wenders, saca?

Pois bem, enquanto lá, tirei esta foto aqui.

Sim, é exatamente o mesmo saloon. E não, eu não acredito em sincronicidade. Tem vezes que uma coincidência é apenas uma coincidência. O mais incrível seria se coincidências jamais acontecessem.

...

E no terceiro filme da série eu volto no tempo para 1885 e contribuo na construção do saloon...

maio 22, 2010

Balão

Em Abril tiramos uns dias de férias e fomos para Sedona, no Arizona. Um dos programas que fizemos lá foi passear de balão de ar quente. Deixa dizer já, é FAN-TÁS-TI-CO!

Fica aqui a dica: se você algum dia você for a Sedona, você tem que fazer um passeio de balão com a Red Rock Balloon Adventures.

Foi meu primeiro passeio de balão. Uma coisa interessante é que não há turbulência durante o vôo, pois o balão move-se com o ar, e não contra o ar.

Confesso que não sou de relaxar durante momentos de turbulência em vôos de avião. Tem sempre um cantinho do cérebro que fica ali no “xi, é agora”. Já um passeio de balão não poderia ser mais tranqüilo. É interessante, mas “intuitivamente” me sinto muito mais seguro num balão de ar quente do que num avião a jato, o que racionalmente não faz o menor sentido. Aviões são bem mais seguros.

About Fotografia

This page contains an archive of all entries posted to o que importa é o que interessa in the Fotografia category. They are listed from oldest to newest.

Filmes is the previous category.

Fragmentos is the next category.

Many more can be found on the main index page or by looking through the archives.

Powered by
Movable Type 3.35